
Perguntas Frequentes
Compilei uma lista das perguntas frequentes que recebo.
É normal e esperado que se faça muitas perguntas ao procurar atendimento psicopedagógico.
Aqui estão algumas respostas às perguntas mais frequentes.
Se você não tiver encontrando o que procura, por favor entre em contato.
O que é a avaliação psicopedagógica e como é realizada?
A avaliação psicopedagógica pode ser considerada uma investigação do percurso de aprendizagem do aprendente até o momento atual, com o objetivo de compreender a origem da dificuldade ou distúrbio. A avaliação que realizo tem natureza diagnóstica, ou seja, identificarei possíveis causas do problema e orientarei sobre a melhor forma de trabalhar essas dificuldades ajudando o aprendente a avançar em sua aprendizagem.
É realizada em consultório, normalmente em sessões semanais. É composta por entrevistas, testes, propostas de atividades, anamnese, visita à escola (quando necessário) e finaliza com a devolutiva aos pais.
É o primeiro passo para o processo de intervenção.
O que é a intervenção psicopedagógica?
A intervenção psicopedagógica é um procedimento realizado pelo psicopedagogo com o intuito de melhorar o processo de aprendizagem e promover a autonomia e autoestima do aprendente. Acontece após a avaliação e diagnóstico psicopedagógico. Pode ou não ter tempo previsto, o qual será determinado pela evolução do aprendente, que será constatada periodicamente por meio dos resultados de suas aprendizagens.
O que é Dificuldade de Aprendizagem e Transtorno de Aprendizagem?
A dificuldade de aprendizagem, não se refere a dificuldades específicas, e sim na defasagem genérica e abrangente referente a aquisição e/ou automatização de uma ou mais competências. É apenas um sintoma de que existe um déficit de aprendizagem.
Já o transtorno de aprendizagem, ou distúrbio de aprendizagem, envolve uma incapacidade de adquirir, reter ou usar habilidades ou informações gerais, o que resulta de dificuldades com a atenção, com a memória ou com o raciocínio e afeta o desempenho acadêmico, é uma disfunção neurológica de assimilação de conteúdos referentes a escrita, leitura e capacidades matemáticas.
Como reconhecemos o TDAH?
O TDAH se caracteriza por uma combinação de três tipos de sintomas: Desatenção, Hiperatividade, Impulsividade. O TDAH na infância, em geral, se associa à dificuldade na escola e no relacionamento com demais crianças, pais e professores.
As crianças são tidas como ”avoadas”, ”vivendo no mundo da lua”, geralmente são ”estabanadas”, com ”bicho carpinteiro”,”sem limites”, ”dispersos”, ou ”ligados por um motor”, isto é, não param quietas por muito tempo. Os meninos tendem a ter mais sintomas de hiperatividade e impulsividade que as meninas, mas são todos desatentos.
Crianças e adolescentes com TDAH podem apresentar mais problemas de comportamento, como por exemplo, dificuldades com regras e limites.
Em adultos, ocorrem problemas de desatenção para coisas do cotidiano e do trabalho, bem como com a memória (são muito esquecidos).
São inquietos (parece que só relaxam dormindo), vivem mudando de uma coisa para a outra e também são impulsivos (‘’colocam os carros na frente dos bois’’).
Eles têm dificuldades em avaliar seu próprio comportamento e quanto isto afeta os demais à sua volta. São frequentemente considerados “egoístas”.
Eles têm uma grande frequência de outros problemas associados, tais como: o uso de drogas e álcool, ansiedade, depressão. Existe um outro tipo que também é fundamental para a avaliação da criança com suspeita de hiperatividade: é a inexistência de padrões ou normas que estabeleçam a variação do nível de atividade motora que pode ser considerado para o diagnóstico da hiperatividade. Na realidade, determinar o nível de atividade normal de uma criança é um assunto polêmico.
A maioria dos pais tem certa expectativa em relação ao comportamento de seus filhos, e normalmente, esta expectativa inclui certo grau de agitação, bagunça e desobediência, características que são aceitas como indicativos de saúde e vivacidade infantil. (ABDA)
O que é a dislexia?
A Dislexia é um Transtorno de Aprendizagem de origem neurobiológica. A condição é caracterizada pela dificuldade de reconhecimento das palavras, fluência na leitura das palavras e baixa competência em ler e escrever. Essas dificuldades são resultado de um déficit fonológico inesperado em relação à idade e a outras habilidades cognitivas. Isso quer dizer que apesar da inteligência normal (QI) e da criança estar na idade esperada para aprender a ler e a escrever, ela não consegue. (Inspirare).
